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Últimas notícias sobre Ciência e Saúde, com todas as novidades do mundo científico, avanços da medicina e informações para a manutenção de uma vida saudável.
  1. Romantico
    Pesquisador britânico cruzou 600 palavras que se referem ao amor de 50 idiomas para definir as formas que esse sentimento pode ter e dividiu os diferentes tipos de amor em quatro categorias. Amor romântico ou erótico é só um dos vários tipos descrito pelos gregos Getty Images/BBC Há muitas formas de amar e ser amado. Pelo menos é isso o que o linguista britânico Tim Lomas, professor de Psicologia Positiva na Universidade do Leste de Londres, afirma ter descoberto e catalogado a existência de, pelo menos, 14 tipos de amor divididos em quatro categorias distintas. O britânico pesquisa, desde 2015, palavras que descrevem experiências emocionais positivas de diversos idiomas, traduzíveis ou não para o inglês. Lomas estudou o vocabulário de cerca de 50 idiomas e reuniu mais de mil termos. Ainda neste semestre, o linguista publicará no Reino Unido dois livros sobre suas pesquisas de lexicografia das emoções. O primeiro sairá em maio e apresentará ao leitor a tradução de "felicidade" ao redor do mundo (Translating Happiness: A Cross-Cultural Lexicon of Well-Being, ou Traduzindo a felicidade: um léxico multicultural do bem-estar); o segundo livro será um dicionário de sentimentos e emoções positivos (The Happiness Dictionary: Words from Around the World to Help Us Lead a Richer Life, ou O dicionário da felicidade: palavras do mundo inteiro que nos ajudam a ter uma vida mais rica), que será publicado em junho. O interesse do autor agora é catalogar a maneira como o amor é descrito em nessas línguas. Até o momento, Lomas encontrou mais de 600 palavras em inúmeros idiomas que se referem ao ato de amar e que não têm tradução para o inglês - a língua mais falada do nosso tempo. Mas, afinal, o que é o amor? "Sem dúvida, não existe nenhuma palavra que dê conta da ampla gama de sentimentos e experiências que envolve o amor", se esquiva Lomas da resposta. Ou seja, a pesquisa de Lomas conclui que o vocabulário de cada povo pode expressar uma maneira específica de amar e se falar de amor naquela cultura. No português, por exemplo, sentimos "saudade" quando não estamos perto da pessoa amada, do nosso "xodó". Também pedimos "cafuné" e dizemos que nos "apaixonamos" antes de dizer que, enfim, amamos alguém. Esse é o jeitinho único do brasileiro de falar e descrever o amor, já que "saudade", "xodó", "cafuné" e "apaixonar" nem sempre têm uma única palavra equivalente ou tradução para outras línguas. Especialista Tim Lomas não dá uma resposta fechada sobre 'o que é o amor' Tim Lomas / Reprodução/ BBC Como explicar para seu amigo alemão porque sua mãe te chama de xodó e que paixão, para nós, é um verbo, apaixonar? Os sabores do amor Durante toda a entrevista, o pesquisador - simpático e hábil no uso das palavras - enfatizou que são "pelo menos" 14 tipos de amor, pois que não se trata de um esquema fechado e definitivo. Segundo Lomas, o amor é a emoção mais apreciada, falada e procurada ao redor do mundo, fazendo com que seja tarefa quase que impossível identificar todas as formas possíveis de amar. Aliás, o linguista não usa a palavra "forma" ou "tipo" em sua pesquisa, publicada recentemente no Journal for the Theory of Social Analysis, mas sim "flavours", ou sabores. O pesquisador explica que prefere usar a metáfora de "sabores" do amor para demonstrar que cada situação pode envolver uma ou mais formas de amor. "Um dado relacionamento não é exclusivamente só um 'tipo' de amor. Por exemplo, um relacionamento romântico pode entrever vários desses tipos. A metáfora dos sabores nos permite apreciar que um relacionamento possa misturar vários sabores para criar um 'gosto' único", afirma Lomas. O linguista também explica que, para compor a lista dos "sabores", nomeou cada forma com termos gregos intraduzíveis para outros idiomas. "Essas palavras podem revelar fenômenos (relacionados ao amor) que foram negligenciados ou subestimados em uma cultura", explica. Em outras palavras, o linguista defende que para percebermos que um sentimento existe e que ele é diferente de outros que já conhecemos, é preciso que saibamos nomeá-lo. Por isso a especial atenção do pesquisador em nomear cada forma de uma maneira específica. Além do romântico Para demonstrar a complexidade de sentimentos, emoções e situações que envolve o amor, o linguista agrupou os 14 tipos em quatro categorias diferentes: A primeira categoria abarca as formas impessoais de amor, "sabores" do amor que não estão relacionadas a pessoas, mas aos sentimentos de pertencimento e de identificação que estabelecemos com lugares, objetos e atividades: "Érōs" - o amor por objetos que apreciamos; "Meraki" - amor por determinadas ações e atividades; "Chōros" - o amor que sentimos por determinados lugares, especialmente pelos que chamamos de "lar". A segunda é a categoria do amor não romântico, que diz respeito aos sabores de amor estabelecido entre pessoas e por nós mesmos: "Storgē" - o amor que protege, educa e cuida da família; "Philia" - o amor que forma os laços que estabelecemos com os amigos; "Philautia" - o amor por nós mesmos, capaz de construir nossa autoestima e a noção de autocuidado. O amor romântico é a terceira categoria e abriga mais sabores de amor, inclusive um sabor azedo de se amar: a "Mania", que representa o amor nos problemas gerados pela dependência e intimidade com o outro. Há mais quatro sabores de amor romântico: "Epithymía" - é a forma do amor nos desejos sexuais e nas paixões românticas; "Paixnidi" - amor romântico por nossos afetos; "Prâgma" - é o amor presente nos relacionamentos duradouros; "Anánkē" - é a forma mais abstrata, pois se refere ao amor à primeira vista, um amor por alguém que acabamos de conhecer e que não conseguimos evitar. Por último, há as formas transcendentais de amor, em que o ato de amar é capaz de reduzir nossas próprias necessidades e preocupações em razão do outro e do coletivo: "Agápē" - o amor relacionado à caridade e à compaixão desinteressada; "Koinōnía" - o amor que leva a autoabnegação temporária quando nos conectamos com um grupo, com o coletivo; "Sébomai" - é o amor que se refere a um tipo de devoção por uma divindade ou por crer em algo. A língua do amor Há quem diga que a língua do amor é o inglês, por causa de autores como William Shakespeare, Jane Austin, Lord Byron e mais uma lista extensa de poetas e dramaturgos ingleses. Há quem defenda que a sonoridade do italiano, do francês e do espanhol fazem dessas as verdadeiras línguas do amor. Mas para Lomas, o idioma do amor é o grego. "Em algumas línguas, há uma grande granularidade para se referir ao amor, permitindo uma diferenciação mais específica entre os diferentes tipos", afirma o pesquisador. Ao falar em "granularidade" de uma língua, o linguista se refere ao que a ciência chama de "granularidade das emoções", que representa a capacidade de uma pessoa de usar várias palavras para descrever uma emoção com precisão. Segundo a Psicologia, pessoas que possuem um vasto vocabulário emocional, por exemplo, tendem a ter uma maior capacidade de lidar com os sentimentos. Nesse sentindo, a língua com uma maior granularidade referente ao amor é o grego, segundo Lomas. Daí ter recorrido ao complicado idioma para nomear as 14 formas de amor de sua pesquisa. Quando questionado qual língua, em contrapartida ao grego, fornece menos nuances para expressar o amor, Lomas rebate: "Essa é uma questão complicada". Ao insistir na pergunta, o linguista reflete sobre o vocabulário inglês. "O fato de que o inglês tem uma única palavra para descrever inúmeras experiências faz com que seja fácil para seus falantes expressar o amor, já que as pessoas podem usar apenas 'love' para se referir a múltiplos contextos, sem ter que pensar em termos mais específicos para cada situação", explica o britânico. "Por outro lado, a baixa granularidade do inglês também pode gerar maior dificuldade em seus falantes de se fazerem entendidos, pois, em várias situações, é preciso conseguir explicar o 'tipo' de amor que estamos falando." Isso faz dos nativos da língua inglesa povos pouco românticos ou que amem menos? "Afirmar isso é dar um poder determinista às línguas. Eu acredito que as pessoas são capazes de vivenciar emoções que elas não conseguem explicar em palavras", tranquiliza Lomas. "Mas eu diria que a língua tem a capacidade de influenciar nossas vidas, pois o idioma pode afetar o que e como observamos, conceituamos, priorizamos e falamos sobre o mundo".
  2. 100144685 Gettyimages 675323588
    Sintomas sentidos há anos na região ficaram conhecidos como o 'Windsor Hum'; estudos para descobrir suas causas ainda não tiveram êxito. O ruído vem sendo denunciado por moradores de Windsor, no Canadá Getty Images/BBC O som se assemelha ao de um caminhão em movimento, à queda de um raio em um lugar distante ou ao barulho de alto-falantes durante um show de música. Às vezes vem, às vezes vai embora. Mas quem o escuta passa a sofrer de dores de cabeça, insônia, náuseas, irritação e fatiga. Ou, em casos mais graves, depressão. "A pessoa simplesmente perde a capacidade de aproveitar seu tempo com a família. O ruído é muito penetrante. É muito difícil até mesmo assistir à televisão", explica Mike Provost. "Esse é o tamanho do poder desse som". Provost é morador da cidade de Windsor, no Canadá, onde, desde 2011, algumas pessoas têm denunciado as consequências de um ruído misterioso. Em referência à cidade, na fronteira com os Estados Unidos, o zumbido está sendo chamado de "Windson Hum". O intrigante fenômeno motivou alguns estudos para explicá-lo - mas nenhum conseguiu precisar exatamente a sua causa. Especialistas têm usado equipamentos para tentar medir o ruído Universidade de Windsor/BBC Para alguns moradores de Windsor, porém, se as causas não são conhecidas, suas consequências são perturbadoras. "Imagine ter que fugir de tudo o que você conhece e ama simplesmente para ter a oportunidade de se afastar do zumbido", escreveu Sabrina Wiese em um fórum online de pessoas afetadas pelo ruído, entre as quais algumas que consideram deixar a região por conta do problema. 'Vai e vem' A população de Windsor é de cerca de 210 mil pessoas, mas só algumas pessoas sofrem com o zumbido. Autoridades e pesquisadores não têm um número preciso para o volume de afetados. A cidade, na província de Ontario, está localizada na divisa com a cidade americana de Detroit - que tem uma população de 672 mil pessoas e é um grande centro industrial, principalmente de automóveis. O rio Detroit divide as duas cidades. "O ruído vai e vem durante o dia, mas é pior à noite", explica Provost, um aposentado que administra o fórum de afetados na internet e já forneceu às autoridades algumas gravações do ruído. "Percebemos que o clima influencia. Quando faz frio, o som tende a diminuir. Quando tem vento, ele sobe. Não sabemos de onde vem e o que o causa", descreve. Ao longo dos anos, os afetados pelo zumbido também perceberam que a altitude tem influência: quanto mais alto se está, mais se percebe o ruído. Possível origem Três pesquisas diferentes conseguiram apontar uma fonte mais provável para o fenômeno: a ilha Zug, pertencente à cidade americana de Detroit. Em 2011, a Agência Geológica do Canadá confirmou, por meio de análises sísmicas, que o ruído em Windsor existe e tem origem mais provável na ilha. "Os sinais registrados são consistentes com os zumbidos relatados na região de Windsor, em termos de tempo, duração e características", conclui o relatório. Um estudo da Universidade de Ontario Ocidental de 2013 também não conseguiu identificar uma fonte exata, mas sinalizou que as "possíveis fontes podem incluir escavações ou sistemas de ventilação industrial". O maior estudo sobre o zumbido, porém, veio em 2014 - feito por meio de instrumentos de medição acústica pela Universidade de Windsor. A pesquisa assinalou como fonte mais provável o uso de fornos de alta potência na ilha Zug pela empresa de metalurgia United States Steel Corp. "Essas conclusões são reforçadas pela natureza periódica do ruído, que foi observado e medido pelos investigadores", diz o estudo. Gary Wheeler, da Secretaria de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas de Ontario, Estado canadense, disse à BBC que por ora não há planos para novos estudos sobre o "Windson Hum". Triângulo avermelhado identificado no estudo da Universidade de Ontario Ocidental mostra a origem mais provável do ruído, na ilha Zug Agencia Geológica de Canadá/BBC Sem acesso à ilha Zug Enquanto algumas pessoas em McGregor, ao sul de Windsor, e na cidade americana de Cleveland já relataram terem escutado o zumbido, em Detroit não há relatos. David Bower, advogado em uma cidade americana próxima, descartou no passado a ideia de uma investigação na ilha Zug, parte de sua jurisdição. "Não vamos pagar por algo que beneficie outra pessoa porque não é um problema que nos afeta", disse ao jornal canadense "National Post". Mas um estudo de campo ali é fundamental para a obtenção de um "resultado significativo" sobre o que está causando o zumbido que afeta os moradores do lado canadense, como indicou a Universidade de Windsor. Algumas pessoas em Windsor e Cleveland relataram terem escutado o ruído BBC Gary Gross, morador de Windsor afetado pelo ruído, disse à BBC que os interessados em buscar uma solução para a situação sabem que contar com a colaboração de autoridades americanas "é muito difícil, se não impossível". A BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, pediu uma entrevista com a empresa United States Steel Corp., mas não obteve resposta a tempo. Micro-ondas? Nos Estados Unidos, houve casos similares ao de Windsor que remontam à década de 1990, mas os especialistas tampouco conseguiram identificar a fonte dos barulhos. Um amplo estudo foi realizado na localidade de Toas, no Novo México - onde, em 1993, 161 pessoas de uma população de 8 mil relataram incômodo com um ruído. O único ponto que pôde ser identificado foi "um nível de campo eletromagnético elevado que, segundo relatórios, estava relacionado às linhas elétricas locais". Em Kokomo, no Estado americano de Indiana, 126 pessoas entre 46 mil habitantes disseram sentir os efeitos de um zumbido e algumas disseram que redutores de ruído em instalações industriais aliviaram seus efeitos. James Cowan, especialista em acústica, considera que não se trata de "um fenômeno acústico tradicional". "Ele pode ser escutado por algumas pessoas, mas não pode ser localizado usando instrumentos de acústica padrão", indicou em uma análise dos casos de Novo México e Indiana. Cowan aponta que uma possível explicação seja o fenômeno da "audição de micro-ondas". "É um fenômeno pelo qual as pessoas (incluindo as diagnosticadas com surdez) podem escutar sons relacionados com a exposição ao campo eletromagnético e que não têm a pressão acústica mensurável", diz Cowan.
  3. Angiologistamarcelomonteiro
    A doença venosa é mais frequente, atingindo cerca de 70% da população acima dos 50 anos Entrevista com angiologista e cirurgião vascular Marcelo Monteiro Normalmente, uma ida ao angiologista não faz parte do check-up, mas há sinais que deveriam chamar nossa atenção para a existência de problemas circulatórios. Por isso conversei com o angiologista e cirurgião vascular Marcelo Monteiro, especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. O angiologista e cirurgião vascular Marcelo Monteiro Mariza Tavares Quais são os problemas circulatórios mais comuns? Dr. Marcelo Monteiro: O que precisa ficar claro em primeiro lugar, quando falamos do sistema circulatório, é que dispomos de um sistema arterial, responsável por levar o sangue até seu destino final, seja um órgão ou um membro, e o sistema venoso, responsável por drenar o sangue da periferia do corpo de volta ao coração, para que seja reoxigenado nos pulmões e possa retornar à circulação arterial, fechando assim um ciclo. A partir daí podemos entender que, apesar de interligados, são dois sistemas com características próprias e, portanto, sujeitos a doenças particulares e com tratamentos distintos. Quando falamos de doença arterial, estamos tratando de algo bem mais grave, com importante relação com a hipertensão arterial e o diabetes. Essas são doenças prevalentes com o envelhecimento e, quando combinadas com hábitos como tabagismo e sedentarismo e as doenças do colesterol, podem acelerar a aterosclerose, levando a uma diminuição progressiva do calibre dos vasos sanguíneos, principalmente dos membros inferiores. Se o fluxo de sangue diminui, o paciente sente dor intensa nas pernas, especialmente nas panturrilhas, causada pelo simples fato de caminhar. Quando se interrompe a caminhada, a melhora das dores se dá em minutos. Chamamos isso de claudicação intermitente, sinal clássico de que a oferta de sangue e oxigênio está insuficiente. Estágios mais avançados da doença podem levar à dor em repouso e à gangrena dos dedos, com elevado risco de danos maiores. A doença venosa já é mais frequente, atingindo cerca de 70% da população acima dos 50 anos. A forma mais comum são os microvasos, com um componente mais estético, atingindo com frequência a face lateral da coxa e interna dos joelhos. Pode variar até o comprometimento da veia safena, demandando diferentes formas de tratamento. Os sintomas incluem sensação de peso e cansaço, inchaço nos tornozelos, principalmente ao final do dia e após longos períodos de pé. Pode ocorrer mudança na coloração da pele, com uma pigmentação em formato de bota. Quem tem mais chances de desenvolver varizes e qual é o risco de não tratá-las? Dr. Marcelo Monteiro: A doença venosa tem um forte caráter hereditário, sendo comum entre membros da mesma família. É mais prevalente entre as mulheres, tendo grande relação com a questão hormonal. Sabemos que a gestação pode ser um importante fator de piora do quadro. O ganho de peso e o sedentarismo também favorecem a construção desse cenário desfavorável. O sistema venoso é muito dependente da atividade muscular para seu adequado funcionamento, portanto a atividade física balanceada entre musculação e atividade aeróbica é um excelente agente protetor. Assim como na doença arterial, há diferentes graus da doença venosa. Ela vai desde a presença de microvasos na pele até varizes calibrosas e com relevo, que podem culminar em estágios mais avançados, com alterações crônicas da pele e feridas de difícil cicatrização. A falta de informação nesse assunto faz com que muitas pessoas sofram por vários anos com feridas ativas. O risco de não tratar é a piora progressiva da doença. Apesar dos esforços, não existe medicamento que cure as varizes. O seu tratamento é sempre através de algum tipo de intervenção. Vale lembrar que estamos lidando com uma doença que não tem cura, de caráter crônico e recorrente. Uso sempre como exemplo de comparação a forma como tratamos dos nossos dentes. É indispensável a manutenção após um tratamento inicial, e o tempo entre as consultas vai depender de como a doença se comporta e como o paciente cuida dos fatores que interferem com ela. Qual é o tratamento utilizado nos consultórios e o que está disponível no Sistema Único de Saúde? Dr. Marcelo Monteiro: O tratamento depende do vaso a ser tratado. Hoje dispomos de escleroterapia líquida (conhecida pelos pacientes como “aplicação”), escleroterapia com espuma, laser transdérmico e CLACS (laser associado à escleroterapia). É muito frequente a utilização de variadas técnicas no mesmo paciente. O conceito atual é de que devemos começar tratando os vasos mais doentes, de maior calibre, de forma a interromper o mecanismo formador de vasos, fazendo com que o tratamento seja mais efetivo e duradouro. Infelizmente não é novidade para ninguém que a realidade do SUS é bastante distante do que gostaríamos. É comum utilizarmos até recursos próprios para oferecer aos mais carentes uma possibilidade de tratamento, ainda mais porque são essas pessoas que apresentam as formas mais debilitantes da doença. Em algumas unidades da rede pública há ambulatórios que realizam a escleroterapia com espuma guiada por ultrassom, método muito eficaz no manejo da doença venosa de grosso calibre, geralmente associada à presença de úlceras crônicas de pele. Qual é a diferença entre uma trombose e uma flebite? Dr. Marcelo Monteiro: Basicamente o local anatômico onde ocorrem. Ambas ocorrem devido à coagulação do sangue em um local onde isso não deveria acontecer, ou seja, dentro do vaso sanguíneo. A coagulação existe para nos proteger de uma morte por hemorragia, portanto o sangue só deveria coagular fora do vaso sanguíneo. É chamada de tromboflebite quando ocorre no sistema venoso superficial, mais próximo da pele. Pode acontecer quando tomamos algum medicamento injetável e ficamos com aquele dolorimento no trajeto da veia. É uma complicação também encontrada em portadores de varizes calibrosas, já que o sangue flui com certa dificuldade e essas veias ficam sujeitas a traumas locais. A trombose venosa compromete o sistema venoso profundo, vasos de maior calibre que acompanham nossa estrutura óssea e são envolvidos por músculos e todas as estruturas que compõem o membro. São potencialmente mais graves pois podem complicar com um quadro de embolia pulmonar, o que ocorre quando um coágulo formado eventualmente se solta e migra pela circulação até chegar aos pulmões. Dependendo do tamanho do coágulo e da condição clínica do paciente, isso pode levar à morte, mas a trombose tem tratamento quando diagnosticada correta e precocemente. Qual o impacto de maus hábitos, como fumar e não controlar o peso, nas doenças do sistema circulatório? Dr. Marcelo Monteiro: É importante entender o sistema circulatório como o encanamento de uma grande construção. Quando fumamos, inalamos uma série de substâncias sabidamente nocivas, que são distribuídas pelo corpo através desse sistema. Esse “lixo” vai se acumulando no encanamento e as consequências serão muito graves. Na questão do peso, costumo dizer que, se o encanamento foi feito para uma casa, imagine como ele se comportaria se resolvêssemos construir um prédio. O excesso de barriga interfere na dinâmica respiratória e, consequentemente, na forma como o sangue venoso circula. Além disso, dificulta a caminhada, piorando ainda mais a situação. Não adianta muito cuidar das veias se não cuidar do corpo!
  4. Texting 1490691 1920
    Comissão americana de Comunicações lista quantidade de emissão de cada aparelho, cujos efeitos ainda não estão claros para a ciência, ainda que haja indícios de que possam ter efeito cancerígeno. As dúvidas sobre os possíveis efeitos cancerígenos causados pelas ondas de radiofrequência emitidas por celulares geram debate, e o tema muitas vezes levanta mais perguntas do que respostas. Até que ponto essas ondas são perigosas? Corremos o risco de desenvolver tumores por usar o celular constantemente? O que devemos fazer para evitar isso? Cientistas estudam esse fenômeno há anos e publicaram estudos que até agora não parecem chegar a uma conclusão. O que sabemos é que as ondas de radiofrequência são uma forma de radiação não ionizante, menos potente do que a radiação ionizante, que se desprende dos raios X ou ultravioleta. Essa última é capaz de quebrar ligações químicas no nosso DNA. A Sociedade Americana Contra o Câncer (ACS, sigla em inglês) explica em seu site que "a preocupação é se os smartphones poderiam aumentar o risco de desenvolverem-se tumores no cérebro ou na região da cabeça e pescoço". E, embora diga que as ondas emitidas por celulares "não são intensas o suficiente para danificar diretamente o DNA ou aquecer os tecidos do corpo", também afirma que "não está claro como os celulares poderiam causar câncer" e que há estudos que dão indícios nesse sentido - mesmo que ainda não existam evidências suficientes para comprovar isso. Quais são os telefones que emitem mais (e menos) radiação? Para identificar quais modelos emitem mais ou menos radiação, foi criada uma medida conhecida como Taxa de Absorção Específica (SAR, sigla em inglês), que nos permite saber que parte dessa radiação é retida pelo tecido humano. Cada celular tem um nível SAR - que corresponde ao uso do telefone em sua potência máxima -, e os fabricantes devem informar aos órgãos reguladores de cada país qual é o SAR de seus produtos. No entanto, muitos compradores geralmente não verificam essa informação. A Agência Federal Alemã de Proteção à Radiação desenvolveu uma base de dados com os celulares (novos e antigos) que mais geram ondas de radiofrequência, criando uma lista disponível para o público. Celulares da Samsung estão entre os que menos emitem radiação, segundo base de dados da Agência Federal Alemã de Proteção à Radiação termakashi0/Creative Commons As primeiras posições são dominadas por marcas chinesas (OnePlus e Huawei), embora também haja um Nokia, o Lumia 630. Também estão na lista o iPhone 7 (em décimo lugar), o iPhone 8 (12º lugar) e o iPhone 7 Plus (15º), além do Sony Xperia XZ1 Compact (11º), o ZTE Axon 7 mini (13º) e o Blackberry DTEK60 (14º). Não há diretrizes universais para um nível "seguro" de radiação telefônica, mas o órgão de proteção ao meio ambiente na Alemanha, o Der Blaue Engel, apenas aprova telefones com um nível de absorção de até 0,60 watts por kg. Todos os telefones na lista emitida pela instituição alemã ultrapassam o dobro desse limite (o OnePlus 5T, no topo do ranking, tem 1,68). Quanto aos dispositivos que oferecem um menor nível de radiação, a marca sul-coreana Samsung lidera. O primeiro na lista é o Sony Xperia M5 (0,14), seguido do Samsung Galaxy Note 8 (0,17) e S6 edge+ (0,22), Google Pixel XL (0,25) e Samsung Galaxy S8 (0,26) e S7 edge (0,26). Alguns telefones da americana Motorola (Moto G5 plus e Moto Z) também estão entre os que emitem as mais baixas radiações do mercado, de acordo com a instituição alemã. Se você quiser verificar a quantidade de radiação que o seu celular emite, pode verificar o manual do seu modelo, o site do fabricante ou o site da Comissão Federal de Comunicação dos Estados Unidos (FFC, por sua sigla em inglês). Como nos expomos às ondas de radiofrequência com o celular? As ondas são mais fortes no ponto onde a antena está localizada, dentro do telefone. Quanto mais perto dela colocamos a cabeça, maior o risco. Mas há outros fatores que devem ser levados em conta: A quantidade de tempo que usamos o telefone. A distância e a rota da torre de telefonia celular mais próxima (quanto mais longe, mais energia é necessária). O tráfego de sinais de telefone celular (quanto maior o tráfego, mais ondas). O modelo do telefone que usamos. Quanto mais perto da cabeça está o celular, maior é o risco de se expor à rádiofraquência do aparelho kaboompics/Creative Commons Como se proteger? A ACS sugere algumas ações para limitar a exposição a ondas de radiofrequência do celular: Usar o viva-voz, o "mãos-livres" ou os fones de ouvido, especialmente aqueles que funcionam com bluetooth, para afastar a antena da cabeça Envie mais textos e faça menos chamadas (exceto quando estiver ao volante). Limitar o uso do celular. Usar um celular com um nível baixo de SAR.
  5. Devo Me Vacinar
    Mulher de 45 anos e jovem de 28 anos, ambos de Buenos Aires, contraíram doença em Ilha Grande, no Rio de Janeiro, em viagens separadas. Autoridades argentinas não descartam surgimento de novos casos. Uma mulher de 45 anos e um jovem de 28 anos, ambos moradores de Buenos Aires, são os primeiros portadores confirmados de febre amarela na Argentina. Os dois contraíram a doença no Brasil, na cidade de Ilha Grande, no Rio de Janeiro. A mulher, que esteve no Brasil entre 29 de janeiro e 10 de fevereiro, teve seu diagnóstico confirmado nesta sexta-feira (23), segundo o Ministério da Saúde argentino. No dia 19 deste mês o Ministério tinha anunciado que a mesma doença fora confirmada no caso do jovem, que esteve em Ilha Grande no começo de fevereiro. No dia 12 ele passou a sentir dor de cabeça e dores musculares generalizadas e teve febre alta. Ao voltar a Buenos Aires, no dia 15, foi submetido a um teste de dengue. Com o resultado negativo, o rapaz foi internado e outros exames foram realizados, até que se chegou ao diagnóstico de febre amarela. As identidades dos dois pacientes não foram divulgadas, mas o Ministério informou que nenhum deles havia tomado a vacina contra a doença antes de embarcar para o Brasil. As autoridades argentinas não descartam o surgimento de novos casos importados do país vizinho. Devo me vacinar agora? Infografia: Roberta Jaworski/G1 Entenda como ocorre a infecção e quais são os sintomas da febre amarela Alexandre Mauro/Editoria de Arte G1 Initial plugin text
  6. 1 Cientista Dedica Se Ha Mais De Seis Decadas A Estudar Efeito Das Drogas E Em Especial O Uso Medicinal Da Maconha
    Aos 87 anos, o cientista Elisaldo Carlini dedica-se há mais de seis décadas ao estudo do efeito das drogas e da maconha medicinal; ele é alvo de um inquérito que investiga se cometeu um crime enquanto organizava um simpósio sobre a cannabis no ano passado. Cientista dedica-se há mais de seis décadas a estudar efeito das drogas e, em especial, o uso medicinal da maconha Unifesp Em setembro do ano passado, o médico Elisaldo Carlini foi surpreendido por uma correspondência: ele era alvo de um inquérito que investigava se havia feito apologia ao crime - sem especificar qual - e que estava sendo intimado a depor para prestar esclarecimentos. Aos 87 anos, o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especializado em psicofarmacologia pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, é um dos principais pesquisadores de entorpecentes do país. Ele dedica-se há mais de seis décadas a estudar o efeito das drogas e, em especial, o uso medicinal da maconha, pelo qual advoga abertamente. "Quando recebi a carta, quase caí para trás. Não era possível que estava sendo acusado disso", diz Carlini à BBC Brasil. "Em todos esses anos de trabalho, nunca havia me acontecido algo assim." A razão da intimação era seu trabalho como organizador da quinta edição de um simpósio sobre maconha e realizado em maio do ano passado, com a participação de mais de 30 especialistas de diferentes áreas, como política, história, direito e cultura, para discutir questões em torno da droga. O evento era patrocinado pela Unifesp e pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogras Psicotrópicas (Cebrid). Em um dos painéis, sobre religião, Carlini gostaria de ter contado com a presença de Ras Geraldinho, como é conhecido Geraldo Antonio Baptista, criador da primeira igreja rastafári do país, que usa a maconha em rituais de meditação. Convite para participação em simpósio foi a origem do inquérito atual Reprodução Baptista está preso desde 2013, condenado a 14 anos de reclusão por tráfico de drogas, após a apreensão de 37 pés da planta na sede de sua igreja, em uma chácara no interior de São Paulo. Carlini e seus colegas pediram, então, à Justiça que ele fosse autorizado a deixar a prisão temporariamente para participar do simpósio, o que foi negado. Os cientistas seguiram com a organização do evento sem a participação de Baptista, mas o episódio não terminou ali. Indignação e revolta A promotora Rosemary Azevedo Porcelli da Silva, do Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP) em Campinas, que analisou o convite dos cientistas a Geraldinho, disse que o pedido lhe gerou "indignação" e que havia nele "fortes indícios de apologia ao crime", como escreveu no documento que encaminhou a um promotor da capital soliticando que fossem tomadas as "providências cabíveis". Promotora disse que pedido feito por Carlini e colegas tinha 'fortes indícios de apologia ao crime' Reprodução O resultado foi a convocação de Carlini para depor no 16º DP, na zona sul de São Paulo - o que ele fez, na última quarta-feira. Diante da escrivã, ao longo de uma hora, ele confirmou que havia feito o convite a Baptista, explicou as razões disso e o que era o simpósio e falou de sua carreira e do trabalho que desenvolve. Em nenhum momento lhe foi esclarecido qual seria seu crime. "Sempre fui contra a condenação da maconha como uma droga perigosa. Ela é cada vez mais reconhecida como um bom medicamento e tem efeitos positivos amplamente descritos pela comunidade científica mundial, principalmente em casos de esclerose múltipla e epilepsia. Tenho que falar sobre o que eu acredito. Mas nunca falei uma palavra a favor ou contra o uso recreativo", diz e conclui: "Qual foi meu crime? Posso ir para a cadeia por causa disso". Organizador do evento desde 1995, é a primeira vez que algo do tipo lhe acontece. "Fui condecorado duas vezes pela Presidência. Minhas pesquisas já foram citadas mais de 12 mil vezes por pesquisadores de todo o mundo. Coordeno um centro de pesquisa na área na Unifesp. Tudo sempre com um aspecto eminentemente científico", diz Carlini. "Senti uma revolta imensa, porque sempre pude falar dos efeitos positivos da maconha e nunca tive problemas. Isso é uma ofensa para a ciência brasileira." 'Violação da liberdade de investigação científica' O cientista Renato Filev acompanhou Carlini à delegacia, porque, como secretário-geral do simpósio, também foi intimado a depor. Ele conta que os dois foram bem tratados. "O clima foi bastante cordial. Eles viam que o professor é alguém bem diferente das figuras que passam rotineiramente por ali, mas pediam desculpas porque tinham o dever de cumprir uma determinação do MPE", diz Filev. "Mas, de qualquer forma, é algo desgastante, que nos deixou apreensivos e com uma grande expectativa." O advogado Cristiano Maronna, presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais e representante de Carlini no caso, defende que a abertura do inquérito foi indevida. "Há outras formas de uma promotora curar ou atenuar sua indignação que não seja usando mal um instrumento sério que só deve ser aplicado quando há indício concreto de crime", afirma Maronna. "Essa medida é de uma ilegalidade flagrante, uma violação da liberdade de investigação científica, algo garantido pela Constituição. Estamos vivendo um estado policialesco em que há a ideia de que tudo é possível para combater o crime, um estado de exceção em que direitos e garantias foram colocados em coma induzido." Professores e técnicos administrativos em educação do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina - EPM - Unifesp divulgaram uma nota de apoio a Carlini em que se dizem "surpreendidos e indignados com a intimação". "Nosso professor é reconhecido nacional e internacionalmente por suas pesquisas na área de drogas psicotrópicas e de plantas medicinais. Sua atuação ético-político-acadêmica na universidade sempre esteve pautada em uma ação cidadã, de luta pela democracia, pela liberdade de pensamento e pela justiça e solidariedade social. Não podemos aceitar qualquer forma de constrangimento à liberdade e à autonomia necessária para a realização do trabalho acadêmico-científico." 'Temos que mudar a lei' Consultada, a assessoria de imprensa do MP de São Paulo afirmou que todas as manifestações da promotora sobre o assunto foram feitas no documento em que pediu "providências" em relação ao caso. Carlini defende que seus defensores não dirijam críticas à promotora ou aos policiais que atuaram no caso, mas à atual legislação contra drogas. "Quem fez a acusação ou a denúncia não tem culpa. Isso não importa. Sempre há quem deseje seguir estritamente a lei", diz. "Enquanto vários países vêm avançando neste tema, o Brasil ainda está na Idade Média. Temos que brigar para atualizar a lei, que é injusta e cruel, principalmente com jovens negros e pobres que são presos e mandados para uma sucursal do inferno.", afirmou em referência à atual política de encarceramento brasileira. O pesquisador diz não estar preocupado com o inquérito. Só o incomoda que isso vai tomar um tempo precioso que ele preferiria estar dedicando à ciência e ao tratamento de um câncer na bexiga, já operado, e a outro tumor na próstata, que ele vem combatendo com medicamentos. "Meu câncer é bonzinho comigo, não sinto dor. O corpo se cansa fácil, mas a cabeça ainda está boa. Trabalho o dia inteiro e só descanso à noite. Essa é a maneira que tenho de continuar a viver", diz ele. "Quero aproveitar ao máximo os dias que ainda tenho."
  7. Medicamentos devem ser distribuídos pelo SUS. centro de pesquisa fez 117 anos nesta sexta-feira. Instituto Butantan completa 117 anos e anuncia produção de vacinas e remédios O Instituto Butantan vai construir uma fábrica para produzir seis medicamentos contra o câncer, anunciou o governo de São Paulo nesta sexta-feira (23). A previsão é de que o local fique pronto em 2020 e os remédios sejam distribuídos para o Sistema Única de Saúde (SUS). Atualmente, o instituto já faz 13 tipos de soro e nove vacinas. Os produtos que serão produzidos são anticorpos que servem de insumo em remédios contra o câncer, são eles: Trastuzumabe, Rituximabe, Bevacizumabe, Etanercepte, Adalimunabe e Palivizumabe. Além dos remédios contra o câncer, o instituto fechou uma parceria para a produção de duas vacinas para o SUS: contra hepatite A e contra a tríplice acelular (dTPa). Aniversário de 117 anos Um dos principais centros de pesquisa do país, o Instituto Butantan fez 117 anos nesta sexta-feira. O instituto é especializado em soros contra picadas de cobras e aranhas e agora também de vacinas e remédios. Em 1899, um surto de peste bulbônica assolava a região do porto de Santos, o que fez o Estado de São Paulo comprar a Fazenda Butantan para criar um laboatório de produção de soros, o que deu origem ao instituto.

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